Sobre a Rota
O corredor das grandes águas
O nome une a graça das águas, a beleza do território, a memória e a dimensão espiritual presente em vários pontos. A rota não é exclusivamente religiosa: fé, natureza, história, ferrovia, mobilidade, aventura e hospitalidade convivem na mesma jornada.
A Rota revela e conecta a riqueza que já existe no território. Ela não exige que o visitante percorra todas as cidades: a experiência é organizada em módulos, circuitos e estadias.
A extensão consolidada informada é de 1.108 km, incluindo complementações, acessos urbanos e desvios — uma referência de planejamento que ainda não constitui auditoria por arquivo GPS.
“Uma jornada pelas grandes águas do interior, onde caminhos, fé, memória, natureza e hospitalidade se encontram.”
Estrutura territorial
Como a Rota se organiza
Eixo Principal
Corredor contínuo de deslocamento rodoviário, com duas bifurcações que se reencontram, do Marco Zero em Ourinhos ao Marco Final em Porto Rico.
Eixo Fluvial
A coluna territorial Paranapanema–Paraná. A navegação turística é organizada por trechos, em razão das barragens.
História ferroviária
Cidades do setor leste com história ferroviária: estações, pátios e memória ferroviária.
Ramais temáticos
Fé/São Miguel, Leste Religioso, Querência do Norte, Jardim Olinda, Eclusagem Porto Primavera, Náutico Porto Rico e Paranagi.
Portais aéreos
Londrina (via Warta e Sertanópolis até Ibiaci) e Presidente Prudente (via Regente Feijó e Taciba).
Expansão futura
Canitar, Chavantes, Ribeirão Claro e Carlópolis, com integração futura à Represa de Chavantes.

Governança
Quem constrói a Rota
- Rota das Graças — marca, sistema territorial e produto turístico integrado.
- Associação Rota das Graças — futura governança institucional e articulação de projetos coletivos.
- Titanium Turismo & Experiências — papel proponente e operacional privado, conforme seu escopo.
- Municípios e COMTURs — infraestrutura, eventos, patrimônio, sinalização e adesão.
Compromissos
Autenticidade e segurança
- Operações náuticas respeitam normas de navegação, regras das usinas, sazonalidade e segurança.
- Sítios, acervos e ruínas exigem proteção, pesquisa e interpretação responsável.
- A Rota valoriza manifestações de fé existentes, sem fabricar milagres, aparições ou tradições.
- Novos atrativos podem ser criados, desde que apresentados como contemporâneos.
Fonte: Plano Diretor Conceitual e Turístico v1.0 Final (3/11/2026).
Explorar os destinos